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Iris: respeito ao servidor e trabalho por Goiás

23 de Novembro de 2009 às 11:51
Artigo do deputado José Nelto (PMDB) publicado no jornal Diário da Manhã, edição de 20.11.2009.
* José Nelto é deputado estadual pelo PMDB



Já que Nilo perde seu tempo tentando buscar comparações entre os governos de Iris e os de seu grupo político, ele poderia se ater a outro fato. Que tal se o deputado for a Quirinópolis, cidade de origem dele, buscar uma comparação justa entre as administrações de Iris e a de seus aliados. Nilo sabe bem que foi Iris quem fez as ligações de asfalto no município e que trabalhou muito, construindo inúmeras obras que solidificaram a estrutura de Quirinópolis e de toda região.

Se é para fazer comparações, deputado Nilo, que tal o senhor reconhecer a eficiência das gestões de Iris Rezende para o município que o senhor representa? Trace um paralelo entre o que o PMDB fez por Quirinópolis com os governos do PSDB. Ao final, se for fiel aos fatos e analisar com correção, chegará à conclusão fácil de que também sua Quirinópolis terá muito a ganhar se Iris Rezende voltar ao governo de Goiás em 2010.

Aliás, eu sei e o leitor do Diário da Manhã sabe perfeitamente que as críticas que o senhor faz ao prefeito de Goiânia decorrem exclusivamente do medo que o senhor e seus aliados têm de ver o PMDB de volta ao comando do Estado. Tentam de todas as formas desconstruir a imagem do prefeito com informações desencontradas e críticas infundadas em artigos levianos. Gilvane Felipe, assim como Nilo, tem a mesma preocupação.

Bobagem. Não tenham essa preocupação, não se ocupem com isso. O povo de Goiás é soberano e se decidir pela volta de Iris – pela volta do trabalho, das obras em todos os lugares, do respeito ao cidadão e da correção absoluta com a coisa pública –, de nada vai adiantar o esforço contra ele que os senhores tentam, em vão, promover.



A verdade

Nilo Resende e Gilvane Felipe distorcem completamente os fatos quando afirmam que Iris exonerou 30 mil servidores do Estado em 1983 com o intuito de prejudicar os funcionários do Estado. Na época, com enorme respaldo da população goiana, Iris desbancou nas urnas o candidato apoiado pelo Regime Militar, ainda vigente no País. O Brasil já vivia ares da democracia, mas ainda existia em Goiás uma ala (da qual Nilo é um dos remanescentes) que teimava em perpetuar o atraso. O mestre Gilvane conhece bem esse período.

Já no período eleitoral de 1982, portanto, em data vedada por lei, o então governador, nomeado pelos militares, empregou sem a menor cerimônia uma grande quantidade de pessoas no Estado – aliados políticos, apaniguados, familiares, etc. Ao assumir o governo, Iris cumpriu a lei e manteve nos quadros do Estado todos os servidores que estavam em acordo com a legislação. Qualquer governante responsável faria o mesmo. Essas pessoas contratadas de forma irregular foram à Justiça para retornar aos cargos. Porém, não houve um sequer que conseguisse ganho de causa, o que só reforça a justeza do ato promovido pelo governador.

Nilo e Gilvane voltam a essa antiga cantilena de 1983, aliás, argumento mais do que batido em eleições e completamente rechaçado pela população. Para quem gosta tanto de pregar modernidade, os aliados do senador tucano poderiam aparecer com argumentos novos, críticas mais atuais, ao menos um figurino diferente. É incrível como passam anos e anos e os adversários de Iris ficam parados no tempo, com o mesmo discurso, as mesmas críticas vazias, as mesmas mentiras. Falta até criatividade para esse pessoal.

Outra inverdade publicada pelo deputado Nilo Resende no Diário da Manhã refere-se ao atraso no pagamento dos servidores públicos. É mentira, deputado. Quando governou Goiás, Iris Rezende jamais deixou de pagar os servidores do Estado no cumprimento estrito da lei em vigor. Na época, o salário do funcionalismo deveria, por lei, ser pago nos primeiros dias do mês subsequente – aliás, como é feito na maioria das empresas até hoje. Iris sempre cumpriu a lei.

Hoje, em Goiânia, a prefeitura paga antes do mês vencer porque foi acordado com os servidores dessa forma. O prefeito já pagou 58 folhas salariais desde que assumiu a Prefeitura de Goiânia, além da quitação do décimo terceiro na data de aniversário de cada servidor e os salários que estavam em atraso quando assumiu o Paço. Pagou tudo religiosamente em dia. Por que seria diferente no governo do Estado? Gilvane Felipe elenca essas ações como se fossem exclusividade dos governos do PSDB. Aceitem que os tempos são outros e que Iris sempre cumpriu a lei, agindo com enorme respeito com o servidor público no cumprimento de suas obrigações como administrador responsável que sempre foi.

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