Fraternidade
O deputado estadual Humberto Aidar (PT) confirmou para o dia 1º de março, às 20 horas, a realização de sessão especial para lançamento, na Assembleia Legislativa, da Campanha da Fraternidade 2010, que neste ano tem o tema Economia e Vida, e é ecumênica, ou seja, envolve não somente a Igreja Católica, mas outras Igrejas cristãs. Segundo a assessoria do deputado, os convites estão sendo enviados às autoridades para confirmar presença na solenidade, que será realizada no Plenário Getulino Artiaga.
Está confirmada a presença do arcebispo de Goiânia, Dom Washington Cruz, mas outras autoridades civis e eclesiásticas devem comparecer ao evento, como vereadores e sacerdotes da Região Metropolitana de Goiânia. O objetivo da campanha é debater e conscientizar a população de assuntos como o consumismo exagerado e a desigualdade social.
A Campanha da Fraternidade faz parte do calendário anual da Igreja no Brasil. Promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), procura inquietar a sociedade com reflexões sobre temas sociais, especialmente aqueles que estejam prejudicando a vida fraterna. No ano passado, Humberto Aidar promoveu na Assembleia Legislativa o lançamento em Goiás da campanha com o tema Fraternidade e Segurança Pública - A paz é fruto da justiça.
Ecumenismo
Neste ano de 2010, o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic), do qual fazem parte as Igrejas Católica Romana, Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Episcopal Anglicana do Brasil, Presbiteriana Unida do Brasil e Síria Ortodoxa de Antioquia, se integram para desenvolver a Campanha da Fraternidade Ecumênica sob o tema Economia e Vida, abordando como lema: “Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro” (Mt 6,24).
Está é a terceira Campanha da Fraternidade realizada de forma ecumênica, como aconteceu em 2000 e 2005, e tem como objetivo geral: “Colaborar na promoção de uma economia a serviço da vida, fundamentada no ideal da cultura da paz, a partir do esforço conjunto das Igrejas Cristãs e de pessoas de boa vontade, para que todos contribuam na construção do bem comum em vista de uma sociedade sem exclusão”.