Wagner Guimarães apresenta visão crítica a respeito de consórcio público
Consórcio público, coordenado pelo Governo do Estado e orientado pela Agência Nacional de Águas (ANA), deverá gerir produção da bacia Hidrográfica do Ribeirão João Leite. Diante disso, proprietários rurais de 11 municípios da área de abrangência pela Bacia, receberão recursos para reformular as suas atividades produtivas, direcionando as mesmas para medidas que protejam o reservatório e impliquem na geração de mais água, como o reflorestamento.
O deputado e agropecuarista Wagner Guimarães (PMDB) apresenta visão crítica em relação a esse projeto. Primeiramente, o deputado questionou a escolha da bacia do João Leite e, em seguida, lembrou que as medidas de proteção ao meio ambiente já são obrigatórias.
“Por que só o João Leite? E as outras bacias? E os outros rios? O Meia Ponte, por exemplo, é muito poluído e muito mais importante. Outra questão é: já não é obrigação do produtor rural preservar o meio ambiente? Não existe punição para aqueles que não respeitam a lei, algo que é obrigatório?”, questionou.
O consórcio deve ser consolidado no decorrer deste ano e tem como objetivo garantir melhorias na qualidade e na quantidade da água que abastecerá a barragem do Ribeirão João Leite.