Marlúcio Pereira destaca trabalho de PMs durante sessão itinerante
A Assembleia realiza na manhã desta sexta-feira, 23, sessão especial itinerante em Aparecida de Goiânia, proposta pelos deputados Marlúcio Pereira (PTB) e Coronel Queiroz (PTB), para homenagear 118 policiais militares com a Medalha do Mérito Legislativo Pedro Ludovico Teixeira. A sessão está sendo realizada na Associação Comercial e Industrial de Aparecida de Goiânia (Aciag).
Marlúcio Pereira comentou em seu discurso que segurança pública deve ser para todos. “A segurança pública deve ser universal, alcançando do pobre ao rico, do negro ao branco, do doutor ao menos instruído. Temos que confiar no trabalho destes homens que aqui estão, porque são profissionais que nunca mediram esforços para garantir a segurança a quem quer que seja."
Para Marlúcio, a segurança pública é um tema que deve ser lembrado todos os dias. “Mas, hoje é, sem dúvida, um dia especial. Especial porque temos aqui verdadeiros atores na promoção de uma segurança pública de qualidade, plena e que agregam uma perspectiva de paz entre os homens."
O deputado disse, ainda, que além de uma homenagem, o momento é de reflexão. “A segurança só para alguns é, de fato, a insegurança para todos. O que adianta acompanharmos o surgimento de verdadeiras fortalezas de moradia ao nosso redor, se por outro lado os mais necessitados não estão seguros?”, questionou o parlamentar, retomando algumas palavras de Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul.
O petebista lembrou alguns projetos que promovem maior segurança à população, como a campanha contra o crack, lançado por ele na Assembleia Legislativa, o Proerd, e o Polícia Comunitária, que aproxima a população da polícia.
Marlúcio finalizou seu discurso falando sobre a necessidade de termos uma polícia qualificada e valorizada. “Hoje é um dia de festa para nós, mas também o momento de dizer que precisamos de uma polícia mais bem preparada, bem remunerada, bem-armada e sempre pronta para o combate. E esse combate não depende só deles, mas de todo o poder público que não pode jogar no colo da polícia nossas maiores mazelas sociais."