Médico diz que situação dos cirurgiões cardíacos do SUS é caótica
O representante da Cooperativa dos Cirurgiões Cardiovasculares do Estado de Goiás, Duílio Rezende, destacou que a atual situação para os cirurgiões cardíacos que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é caótica e impossibilita o bom desenvolvimento do trabalho realizado por estes profissionais.
“Hoje temos que trabalhar em dois, três e até quatro lugares para conseguirmos nossa subsistência. Isso nos submete a uma carga horária que compromete a qualidade do nosso serviço”, destacou o médico.
De acordo com Duílio Rezende, Goiás é hoje o sexto Estado em volume de cirurgias cardíacas, contudo a desvalorização deste profissional vem fazendo com que hospitais credenciados, grande parte não suportando os custos, optem pelo descredenciamento, que é mais viável que arcar com possíveis multas que são aplicadas em caso de não atendimento.
“É impossível bancar uma equipe de cirurgia cardíaca levando em conta que os valores repassados pelo SUS são em média de 800 reais por cirurgia. Muitas vezes o anestesista, que recebe à parte, percebe pelo seu trabalho valores superiores ao de toda a equipe envolvida no restante da cirurgia”, informou Duílio.
O representante dos cirurgiões cardiovasculares goianos é um dos participantes, nesta quinta-feira, 29, na Sala Solon Amaral da Assembleia, de audiência pública para discutir soluções diante do descredenciamento de médicos cirurgiões cardíacos que atendem pelo SUS. O encontro é promovido pela deputada estadual Isaura Lemos (PDT).
“Hoje temos que trabalhar em dois, três e até quatro lugares para conseguirmos nossa subsistência. Isso nos submete a uma carga horária que compromete a qualidade do nosso serviço”, destacou o médico.
De acordo com Duílio Rezende, Goiás é hoje o sexto Estado em volume de cirurgias cardíacas, contudo a desvalorização deste profissional vem fazendo com que hospitais credenciados, grande parte não suportando os custos, optem pelo descredenciamento, que é mais viável que arcar com possíveis multas que são aplicadas em caso de não atendimento.
“É impossível bancar uma equipe de cirurgia cardíaca levando em conta que os valores repassados pelo SUS são em média de 800 reais por cirurgia. Muitas vezes o anestesista, que recebe à parte, percebe pelo seu trabalho valores superiores ao de toda a equipe envolvida no restante da cirurgia”, informou Duílio.
O representante dos cirurgiões cardiovasculares goianos é um dos participantes, nesta quinta-feira, 29, na Sala Solon Amaral da Assembleia, de audiência pública para discutir soluções diante do descredenciamento de médicos cirurgiões cardíacos que atendem pelo SUS. O encontro é promovido pela deputada estadual Isaura Lemos (PDT).