Venda de ações da Celg agita discussões em Plenário
O acordo entre Celg e Eletrobras, pelo qual a companhia repassa 41% de suas ações à estatal, não entrou na pauta de votação na reunião do Conselho Deliberativo da Eletrobras, no último dia 30. Por conta disso, as discussões parlamentares durante o Pequeno Expediente desta terça-feira, 4, centraram-se sobre esse assunto.
O deputado Jardel Sebba (PSDB) questionou sobre onde estaria o prestígio do pessoal da Eletrobras, que afirmava não fazer reuniões extras e agora diz que poderá votar o acordo com a Celg em uma sessão dessa natureza. “Deixo outra indagação no ar: o Governo estava preocupado com o prazo, a ponto de querer votar o projeto à toque de caixa, e agora, um mês depois que o projeto foi votado, ele ainda nem entrou na pauta de deliberações da estatal. Quem o Governo culpará agora pela demora? Por que o Governo não pressiona a Eletrobras, como fez com a Assembleia?”, enfatizou.
Além disso, o deputado José Nelto (PMDB) afirmou que esta situação só comprova que a bancada de seu partido tinha razão ao questionar a pressão na aprovação do projeto entre Celg e Eletrobras. “O Governo teve pressa para aprovar esse projeto e agora, mais de um mês depois, ele sequer entrou nas discussões do Conselho da estatal”.
“Já enviei um requerimento ao presidente da Casa, deputado Helder Valin (PSDB), pedindo a criação de uma comissão suprapartidária que marcará uma reunião com o presidente da Eletrobras e com o Ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, para explicar aos parlamentares o por quê da demora na apreciação do repasse da Celg”, contou José Nelto.
O líder do Governo na Assembleia, deputado Ernesto Roller (PP), afirmou ver nas críticas dos colegas parlamentares uma maior preocupação com o debate político e não com o futuro do Estado. Roller explicou que o retardamento na votação do repasse da Celg fez perder a reunião do Conselho da Eletrobras, no último dia 30 de março, e que isso trouxe consequências às negociações.
“É um acordo que não trata de pouco dinheiro, mas sim de milhões de reais, e a demora em aprovar essa transação levantou dúvida quanto ao projeto, o que fez com que a Eletrobras não colocasse imediatamente o projeto em discussão. Infelizmente, agora, dependemos da boa vontade do Governo Federal”, justificou o líder do Governo.
O deputado Jardel Sebba (PSDB) questionou sobre onde estaria o prestígio do pessoal da Eletrobras, que afirmava não fazer reuniões extras e agora diz que poderá votar o acordo com a Celg em uma sessão dessa natureza. “Deixo outra indagação no ar: o Governo estava preocupado com o prazo, a ponto de querer votar o projeto à toque de caixa, e agora, um mês depois que o projeto foi votado, ele ainda nem entrou na pauta de deliberações da estatal. Quem o Governo culpará agora pela demora? Por que o Governo não pressiona a Eletrobras, como fez com a Assembleia?”, enfatizou.
Além disso, o deputado José Nelto (PMDB) afirmou que esta situação só comprova que a bancada de seu partido tinha razão ao questionar a pressão na aprovação do projeto entre Celg e Eletrobras. “O Governo teve pressa para aprovar esse projeto e agora, mais de um mês depois, ele sequer entrou nas discussões do Conselho da estatal”.
“Já enviei um requerimento ao presidente da Casa, deputado Helder Valin (PSDB), pedindo a criação de uma comissão suprapartidária que marcará uma reunião com o presidente da Eletrobras e com o Ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, para explicar aos parlamentares o por quê da demora na apreciação do repasse da Celg”, contou José Nelto.
O líder do Governo na Assembleia, deputado Ernesto Roller (PP), afirmou ver nas críticas dos colegas parlamentares uma maior preocupação com o debate político e não com o futuro do Estado. Roller explicou que o retardamento na votação do repasse da Celg fez perder a reunião do Conselho da Eletrobras, no último dia 30 de março, e que isso trouxe consequências às negociações.
“É um acordo que não trata de pouco dinheiro, mas sim de milhões de reais, e a demora em aprovar essa transação levantou dúvida quanto ao projeto, o que fez com que a Eletrobras não colocasse imediatamente o projeto em discussão. Infelizmente, agora, dependemos da boa vontade do Governo Federal”, justificou o líder do Governo.