Professor destaca que a desigualdade no País ainda é gritante
A Assembleia Legislativa sedia durante toda esta terça-feira, 25, parte da programação do 1º Simpósio Goiano de Serviço Social - XXVII Semana do Assistente Social 2010, no Auditório Costa Lima. Será discutido o tema "Serviço Social, Habitação e Meio Ambiente". O evento conta com o apoio do deputado Mauro Rubem (PT), presidente da Comissão de Direitos Humanos.
Já estão na Assembleia a diretora do departamento de Serviço Social da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), Carmen Regina Paro, e o professor doutor Aristides Moysés.
Segundo Carmen Regina, o objetivo do encontro é discutir a realidade do meio ambiente e da habitação e as formas de como enfrentar a atual situação, para garantir a cidadania de todos os indivíduos, conciliando com a preservação da natureza. “O Serviço Social atua nestes dois ramos de políticas públicas. Faz parte do processo de formação deste profissional o estudo de maneiras de equacionar o déficit habitacional existente”, afirmou.
Já o professor Aristides Moysés acredita que ainda há muita coisa a ser feita para minimizar a desigualdade social brasileira. “Apesar das políticas públicas para a redução da desigualdade terem melhorado nos últimos dez anos, ela ainda é gritante”, ressaltou.
Para o professor, a população também contribui para este quadro. “As classes sociais discriminam umas as outras. A classe média, por exemplo, se distancia da classe mais baixa por medo. Somos um País marcado por essa separação”, disse.
Já estão na Assembleia a diretora do departamento de Serviço Social da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), Carmen Regina Paro, e o professor doutor Aristides Moysés.
Segundo Carmen Regina, o objetivo do encontro é discutir a realidade do meio ambiente e da habitação e as formas de como enfrentar a atual situação, para garantir a cidadania de todos os indivíduos, conciliando com a preservação da natureza. “O Serviço Social atua nestes dois ramos de políticas públicas. Faz parte do processo de formação deste profissional o estudo de maneiras de equacionar o déficit habitacional existente”, afirmou.
Já o professor Aristides Moysés acredita que ainda há muita coisa a ser feita para minimizar a desigualdade social brasileira. “Apesar das políticas públicas para a redução da desigualdade terem melhorado nos últimos dez anos, ela ainda é gritante”, ressaltou.
Para o professor, a população também contribui para este quadro. “As classes sociais discriminam umas as outras. A classe média, por exemplo, se distancia da classe mais baixa por medo. Somos um País marcado por essa separação”, disse.