Promotora de justiça ressalta importância da CPI da Pedofilia
A promotora de justiça da Infância e Juventude do Ministério Público, Ana Carolina Falcone, ressaltou a importância do debate sobre pedofilia em Águas Lindas. Ela participa da audiência pública que está sendo realizada nesta sexta-feira, 18, no Centro Pastoral João Paulo II da Paróquia São Pedro Apóstolo. O encontro é promovido pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga casos de pedofilia e abuso sexual contra menores em Goiás.
Segundo a promotora, Águas Lindas é um município bastante carente, que necessita de inúmeras ações, como a promovida pela Assembleia, para que vários problemas sejam sanados. Ana Carolina destacou que, particularmente, a reunião desta sexta-feira possui como seu maior trunfo a promoção da conscientização sobre a pedofilia. “É um problema que tem várias consequências e essas consequências têm que ser encaradas de frente pelo poder público e pela sociedade”, declarou.
Outro ponto importante das ações da CPI, destacado por Ana Carolina, foi o esclarecimento principalmente à família, que é o principal meio de ocorrência de casos de pedofilia. “Estas famílias, e a sociedade tem que saber como e onde recorrer para que se apurem esses casos. Se uma pessoa da família ou da comunidade toma conhecimento desse tipo de caso, ela tem que saber agir”, declarou.
Para a promotora, o que deve ser feito, definitivamente, se resume no combate ao silêncio. “É preciso ensinar as pessoas a agirem diante deste tipo de crime que ocasiona conseqüências por toda a vida de uma criança”, alertou Ana Carolina Falcone.
Segundo a promotora, Águas Lindas é um município bastante carente, que necessita de inúmeras ações, como a promovida pela Assembleia, para que vários problemas sejam sanados. Ana Carolina destacou que, particularmente, a reunião desta sexta-feira possui como seu maior trunfo a promoção da conscientização sobre a pedofilia. “É um problema que tem várias consequências e essas consequências têm que ser encaradas de frente pelo poder público e pela sociedade”, declarou.
Outro ponto importante das ações da CPI, destacado por Ana Carolina, foi o esclarecimento principalmente à família, que é o principal meio de ocorrência de casos de pedofilia. “Estas famílias, e a sociedade tem que saber como e onde recorrer para que se apurem esses casos. Se uma pessoa da família ou da comunidade toma conhecimento desse tipo de caso, ela tem que saber agir”, declarou.
Para a promotora, o que deve ser feito, definitivamente, se resume no combate ao silêncio. “É preciso ensinar as pessoas a agirem diante deste tipo de crime que ocasiona conseqüências por toda a vida de uma criança”, alertou Ana Carolina Falcone.