Incra 40 Anos
A Assembleia Legislativa promoveu, nesta segunda-feira, 28, sessão especial em homenagem aos 40 anos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). O evento foi realizado no Plenário Getulino Artiaga por iniciativa do deputado Mauro Rubem (PT), em parceria com a Superintendência Regional do Incra em Goiás (SR-04).
Receberam a Medalha do Mérito Legislativo Pedro Ludovico Teixeira diversos representantes de movimentos sociais e personalidades ligadas à luta pela reforma agrária.
Presidente em exercício, o deputado Álvaro Guimarães (PR) abriu a sessão com mesa composta também pelo diretor de Áreas Verdes e Unidades de Conservação da Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma), Ronaldo Vieira, representando o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT); e o superintendente regional do Incra do Distrito Federal e Entorno, Marco Aurélio Bezerra da Rocha.
Ainda fizeram parte da mesa o superintendente regional do Incra, Rogério Papalardo Arantes; o representante da Embrapa Arroz e Feijão, Péricles de Carvalho Ferreira; e o coordenador da reforma agrária e meio ambiente, Geraílton Ferreira dos Santos.
Rogério Arantes fez uma avaliação positiva da iniciativa do deputado Mauro Rubem em reconhecer o trabalho do Incra. “É muito bom valorizar um órgão que, julgo, faz a inclusão social no Brasil. Recebemos essa homenagem, pelos 40 anos do Incra, com muita alegria e muita felicidade.”
Mauro Rubem destacou a importância da reforma agrária e do fim do latifúndio no País. “No Brasil, hoje, 2,8% da população é proprietária de mais de 50% das terras. Essa brutal concentração garante um atraso no desenvolvimento do País, por isso, precisamos fazer com que as terras no Brasil sejam limitadas.”
O deputado acredita que o desenvolvimento do País deve passar necessariamente pela reforma agrária e, para isso, é preciso reconhecer a importância do Incra. “Apesar de todos os seus problemas e da complexidade do tema, o trabalho do Incra é fundamental e seus trabalhadores cumprem seu papel de forma laboriosa”, afirmou.
Coordenador nacional do Movimento dos Sem Terra (MST), José Valdir Nisnirovicz explicou que a reforma agrária é necessária não apenas para os sem terra. “Esse momento é importante para que possamos reafirmar que a reforma agrária é uma necessidade não apenas para o sem terra, como também para o conjunto da sociedade brasileira”, destacou.
José Valdir fez ainda questionamentos sobre o modelo ideal de reforma agrária. “É preciso discutir que tipo de reforma agrária é necessária para o atual momento. O que temos que produzir? Quem deve produzir? Como devemos produzir? O grande desafio está colocado.”
Criado em 9 de julho de 1970, o Incra chegou a ser extinto entre 1987 e 1989. Ao longo de sua história, a diretoria/superintendência de Goiás passou por duas divisões, a primeira durante a criação da Superintendência do Tocantins, e, depois, em virtude da criação da Superintendência do Distrito Federal e Entorno.
Receberam a Medalha do Mérito Legislativo Pedro Ludovico Teixeira diversos representantes de movimentos sociais e personalidades ligadas à luta pela reforma agrária.
Presidente em exercício, o deputado Álvaro Guimarães (PR) abriu a sessão com mesa composta também pelo diretor de Áreas Verdes e Unidades de Conservação da Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma), Ronaldo Vieira, representando o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT); e o superintendente regional do Incra do Distrito Federal e Entorno, Marco Aurélio Bezerra da Rocha.
Ainda fizeram parte da mesa o superintendente regional do Incra, Rogério Papalardo Arantes; o representante da Embrapa Arroz e Feijão, Péricles de Carvalho Ferreira; e o coordenador da reforma agrária e meio ambiente, Geraílton Ferreira dos Santos.
Rogério Arantes fez uma avaliação positiva da iniciativa do deputado Mauro Rubem em reconhecer o trabalho do Incra. “É muito bom valorizar um órgão que, julgo, faz a inclusão social no Brasil. Recebemos essa homenagem, pelos 40 anos do Incra, com muita alegria e muita felicidade.”
Mauro Rubem destacou a importância da reforma agrária e do fim do latifúndio no País. “No Brasil, hoje, 2,8% da população é proprietária de mais de 50% das terras. Essa brutal concentração garante um atraso no desenvolvimento do País, por isso, precisamos fazer com que as terras no Brasil sejam limitadas.”
O deputado acredita que o desenvolvimento do País deve passar necessariamente pela reforma agrária e, para isso, é preciso reconhecer a importância do Incra. “Apesar de todos os seus problemas e da complexidade do tema, o trabalho do Incra é fundamental e seus trabalhadores cumprem seu papel de forma laboriosa”, afirmou.
Coordenador nacional do Movimento dos Sem Terra (MST), José Valdir Nisnirovicz explicou que a reforma agrária é necessária não apenas para os sem terra. “Esse momento é importante para que possamos reafirmar que a reforma agrária é uma necessidade não apenas para o sem terra, como também para o conjunto da sociedade brasileira”, destacou.
José Valdir fez ainda questionamentos sobre o modelo ideal de reforma agrária. “É preciso discutir que tipo de reforma agrária é necessária para o atual momento. O que temos que produzir? Quem deve produzir? Como devemos produzir? O grande desafio está colocado.”
Criado em 9 de julho de 1970, o Incra chegou a ser extinto entre 1987 e 1989. Ao longo de sua história, a diretoria/superintendência de Goiás passou por duas divisões, a primeira durante a criação da Superintendência do Tocantins, e, depois, em virtude da criação da Superintendência do Distrito Federal e Entorno.