Ícone alego digital Ícone alego digital

Deputados discutem projeto de estruturação dos Planos de Cargos de servidores

30 de Junho de 2010 às 18:45

Neste instante, os deputados, na sessão extraordinária desta quarta-feira, 30, discutem o projeto de Lei nº 2.195, de autoria da Governadoria do Estado, que trata da estruturação dos Planos de Cargos e Remuneração e padrões vencimentais e dos procedimentos para promoção e progressão nos cargos pertencentes aos Grupos Operacionais Auxiliar de Gestão Administrativa, Assistente de Gestão Administrativa e Analista de Gestão Administrativa.

O deputado Daniel Goulart (PSDB) afirmou que o Governo dizia haver desequilíbrio entre a receita e a despesa de pessoal do Estado. O parlamentar disse ainda que não está de acordo com o fato de os índices de reajuste serem maiores a partir de 2011.

“Mas eu, assim como meu partido, sempre defendi a criação de planos de carreira para servidores”, ressaltou Daniel Goulart.

Em seguida, o líder do Governo, deputado Ernesto Roller (PP), disse que o Governo nada fez de irresponsável, já que adotar índices maiores para este ano contrariaria a Lei de Responsabilidade Fiscal.

O deputado José Nelto (PMDB) também discutiu sobre a matéria. O parlamentar ressaltou que a bancada do PMDB na Assembleia sempre aprovou todos os planos de carreira. “O que pesa no orçamento do Governo são os cargos comissionados e não os planos de carreira. Os contratos terceirizados também são onerosos para o Estado”, disse o peemedebista.

A deputada Mara Naves (PMDB) ressaltou seu apoio à aprovação do projeto. “Os servidores públicos são indispensáveis para o funcionamento do Estado”, disse.

O deputado Humberto Aidar (PT) usou a tribuna para declarar o voto favorável da bancada do Partido dos Trabalhadores. “O que todos nós temos consciência é de que ter servidor público contra você é duro”, afirma Aidar.

Compartilhar

Nós usamos cookies para melhorar sua experiência de navegação no portal. Ao utilizar você concorda com a política de monitoramento de cookies. Para ter mais informações sobre como isso é feito, acesse nossa política de privacidade. Se você concorda, clique em ESTOU CIENTE.