Governador destaca lado cultural da cidade de Goiás
O governador Alcides Rodrigues (PP) comanda a solenidade de transferência simbólica da capital do Estado para a cidade de Goiás nesta sexta-feira, 30. O pepista acredita que na alma dos goianos a antiga Vila Boa permanece sempre como a capital de Goiás.
Para Alcides, a cidade de Goiás enquanto foi capital cumpriu muito bem seu papel, não só como centro de decisões políticas, mas também pela relevância nas artes e na cultura. “Esta cidade é o berço cultural de Goiás. Foi aqui que surgiu a Academia de Letras. A agenda cultural daqui é e sempre foi notável”, ressaltou o governador.
Dezenas de autoridades estão presentes no evento, como o prefeito anfitrião, Márcio Ramos Caiano (DEM); o corregedor-geral do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Sebastião Tejota; o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT); o secretário do Tesouro Nacional, Arno Hugo Agostin Filho; a prefeita de Santa Helena, Raquel Rodrigues (PP); o presidente do Tribunal de Justiça do Estado, desembargador Paulo Teles; o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-GO), Henrique Tibúrcio; além de secretários de Estado, presidentes de empresas, vice-prefeitos, primeiras-damas, presidentes de Câmaras e vereadores.
História
Em 26 de julho de 1961, o então governador do Estado, Maurgo Borges, filho do interventor Pedro Ludovico Teixeira, assinou o decreto que transformou o Palácio Conde dos Arcos em monumento histórico e residência de inverno dos Governadores, bem como estabeleceu que, a partir daquele ano, no dia do aniversário da cidade (25 de julho), todos os governadores despachariam o expediente do governo na cidade de Goiás.
Desde então, durante dois dias, a cidade assiste à instalação do Governo Provisório, na última semana do mês de julho, passando a ser, simbolicamente, a capital do Estado. Além disso, no mesmo ano Mauro Borges criou a Lei nº 3.635, que colocou a cidade de Goiás sob proteção especial do Governo. Com a transferência da capital, Mauro Borges prestou homenagem à antiga Vila Boa e aos vilaboenses que, por mais de 200 anos, geriram os destinos do Estado. (fonte: City Brazil)