O papel da agricultura na transformação do Brasil
* Iso Moreira é empresário rural e urbano, e deputado estadual pelo PSDB
Em 28 de julho foi comemorado o Dia do Agricultor, data instituída a partir do centenário da criação do Ministério da Agricultura, em 1960. O presidente Juscelino Kubitschek foi responsável pelo decreto que aprovou a data, pois considerava que o trabalho do agricultor foi o responsável pelo crescimento econômico do País. Com isso, fez uma demonstração do respeito que o trabalho braçal possui, sendo merecedor de respeito e de manifestações de agradecimento pelos trabalhadores. O agricultor se utiliza dos recursos do solo para fazer as pantações, além de utilizar maquinários e equipamentos específicos. Assim como os outros meios tecnológicos se desenvolveram, as técnicas de plantio também tiveram as tecnologias inseridas em seu contexto.
Protagonista da história do homem, o agricultor é primordial no campo ou nas cidades: é ele que produz o alimento que está na mesa de cada um de nós. Chamado de homem do campo, colono, camponês, lavrador, produtor, agricultor, a evolução social e as transformações sofridas por esta categoria são consequências de uma nova situação deste trabalhador fundamental para o desenvolvimento do País.
A agricultura familiar hoje abrange 20 milhões de pessoas que podem alimentar o povo brasileiro sem explorar o consumidor e sem agredir o meio ambiente. Sua origem firma-se na união, na cooperação e na construção da melhoria da qualidade de vida das trabalhadoras e trabalhadores brasileiros do campo e da cidade.
Os agricultores adeptos da agroecologia - ciência que estimula novas relações humanas e propõe um modelo de produção que não degrada a natureza - muito tem contribuído para a formação de uma consciência ecológica.
Ao comemorar o agricultor brasileiro, quero lembrar um fato importante da nossa história que não é reconhecido como deveria. O papel da agricultura na grande transformação do Brasil, nas últimas décadas. Muitos acreditavam que o nosso desenvolvimento não viria pelas mãos que cultivam a terra e nos alimentam. Com determinação e coragem, provamos o contrário. As novas gerações de agricultores buscaram novas formas de produção.
Se aliaram à ciência e à tecnologia e a nossa produção de grãos saltou de 20 milhões de toneladas de grãos, em 1965, para 154 milhões, em 2009.
Atualmente, a produção rural brasileira é a segunda do mundo e a primeira, e única, grande agricultura em área tropical do planeta. E, hoje, podemos comemorar o Dia do Agricultor com o peito cheio de orgulho, porque produzimos para o mercado brasileiro e para outros 143 países.
Em 28 de julho foi comemorado o Dia do Agricultor, data instituída a partir do centenário da criação do Ministério da Agricultura, em 1960. O presidente Juscelino Kubitschek foi responsável pelo decreto que aprovou a data, pois considerava que o trabalho do agricultor foi o responsável pelo crescimento econômico do País. Com isso, fez uma demonstração do respeito que o trabalho braçal possui, sendo merecedor de respeito e de manifestações de agradecimento pelos trabalhadores. O agricultor se utiliza dos recursos do solo para fazer as pantações, além de utilizar maquinários e equipamentos específicos. Assim como os outros meios tecnológicos se desenvolveram, as técnicas de plantio também tiveram as tecnologias inseridas em seu contexto.
Protagonista da história do homem, o agricultor é primordial no campo ou nas cidades: é ele que produz o alimento que está na mesa de cada um de nós. Chamado de homem do campo, colono, camponês, lavrador, produtor, agricultor, a evolução social e as transformações sofridas por esta categoria são consequências de uma nova situação deste trabalhador fundamental para o desenvolvimento do País.
A agricultura familiar hoje abrange 20 milhões de pessoas que podem alimentar o povo brasileiro sem explorar o consumidor e sem agredir o meio ambiente. Sua origem firma-se na união, na cooperação e na construção da melhoria da qualidade de vida das trabalhadoras e trabalhadores brasileiros do campo e da cidade.
Os agricultores adeptos da agroecologia - ciência que estimula novas relações humanas e propõe um modelo de produção que não degrada a natureza - muito tem contribuído para a formação de uma consciência ecológica.
Ao comemorar o agricultor brasileiro, quero lembrar um fato importante da nossa história que não é reconhecido como deveria. O papel da agricultura na grande transformação do Brasil, nas últimas décadas. Muitos acreditavam que o nosso desenvolvimento não viria pelas mãos que cultivam a terra e nos alimentam. Com determinação e coragem, provamos o contrário. As novas gerações de agricultores buscaram novas formas de produção.
Se aliaram à ciência e à tecnologia e a nossa produção de grãos saltou de 20 milhões de toneladas de grãos, em 1965, para 154 milhões, em 2009.
Atualmente, a produção rural brasileira é a segunda do mundo e a primeira, e única, grande agricultura em área tropical do planeta. E, hoje, podemos comemorar o Dia do Agricultor com o peito cheio de orgulho, porque produzimos para o mercado brasileiro e para outros 143 países.