Mauro Rubem apoia curso sobre atendimento às vítimas de exploração sexual
Com o objetivo de formar equipes que atuam diretamente na área do atendimento a crianças e adolescentes, o Instituto Aliança com o Adolescente realiza desde segunda-feira, 13, um curso de capacitação para o atendimento aos menores de idade vítimas de tráfico para fins de exploração sexual. O curso, que acontece no auditório da área II da Pontifícia Universidade Católita de Goiás (PUC-Goiás), se estende até a próxima sexta-feira, 17.
Presidente da Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Legislação Participativa da Assembleia Legislativa, o deputado Mauro Rubem (PT) classificou a iniciativa como um instrumento efetivo para a luta contra a exploração sexual.
“Iniciativas como essa são importantes, já que são necessárias duas posturas no enfrentamento deste problema. A primeira é a conscientização da sociedade e a segunda é o atendimento aos que foram violentados. Deve haver uma equipe preparada para dar a devida atenção às essas crianças e adolescentes, pois as seqüelas existem e os casos podem ser reprodutivos”, destaca Mauro Rubem.
Poderão participar do curso equipes que atuam nos eixos do psicossocial, reinserção familiar e comunitária, atendimento jurídico e da inserção sócio-produtiva (assistentes sociais, psicólogos, pedagogos advogados, conselheiros de direitos, conselheiros tutelares, policiais, educadores sociais), entre outros.
Dentre o conteúdo a ser apresentando estão o marco legal e teórico da violência sexual contra crianças e adolescentes, a violência sexual e gênero, o papel das políticas públicas nas ações de enfrentamento à violência sexual, o orçamento público como resposta a estas ações, o sistema de garantia de direitos, a participação e protagonismo juvenil e as estratégias para busca ativa.
Presidente da Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Legislação Participativa da Assembleia Legislativa, o deputado Mauro Rubem (PT) classificou a iniciativa como um instrumento efetivo para a luta contra a exploração sexual.
“Iniciativas como essa são importantes, já que são necessárias duas posturas no enfrentamento deste problema. A primeira é a conscientização da sociedade e a segunda é o atendimento aos que foram violentados. Deve haver uma equipe preparada para dar a devida atenção às essas crianças e adolescentes, pois as seqüelas existem e os casos podem ser reprodutivos”, destaca Mauro Rubem.
Poderão participar do curso equipes que atuam nos eixos do psicossocial, reinserção familiar e comunitária, atendimento jurídico e da inserção sócio-produtiva (assistentes sociais, psicólogos, pedagogos advogados, conselheiros de direitos, conselheiros tutelares, policiais, educadores sociais), entre outros.
Dentre o conteúdo a ser apresentando estão o marco legal e teórico da violência sexual contra crianças e adolescentes, a violência sexual e gênero, o papel das políticas públicas nas ações de enfrentamento à violência sexual, o orçamento público como resposta a estas ações, o sistema de garantia de direitos, a participação e protagonismo juvenil e as estratégias para busca ativa.