Termina audiência sobre vítimas do césio 137
Acaba de ser encerrada, na Sala Solon Amaral da Assembleia, audiência que debateu assistência às vítimas do acidente com o césio 137, ocorrido em Goiânia em setembro de 1987.
Foram levantadas durante o encontro várias questões que tornam insatisfeitos os inúmeros cidadãos que de alguma maneira foram afetados pelo acidente. Dentre estas questões destacam-se a falta de reconhecimento do denominado “Grupo 3”.
Este seria um grupo formado por profissionais que lidaram ou lidam com material contaminado pelo césio 137 ou com pacientes irradiados ou contaminados. Este grupo não vem recebendo a devida assistência do Estado, que não os reconhece como uma vítima do acidente.
Outro ponto colocado na audiência foi a informação de que está sendo providenciado a isenção do pagamento de Imposto de Renda para todos os rádioacidentados. Foram cobrados ainda o acesso ao Ipasgo e inúmeras questões ligadas ao reajuste e concessão de pensões.
O encontro foi promovido pelo vice-presidente da Comissão de Saúde e Promoção Social da Assembleia, deputado Hélio de Sousa (DEM).
Foram levantadas durante o encontro várias questões que tornam insatisfeitos os inúmeros cidadãos que de alguma maneira foram afetados pelo acidente. Dentre estas questões destacam-se a falta de reconhecimento do denominado “Grupo 3”.
Este seria um grupo formado por profissionais que lidaram ou lidam com material contaminado pelo césio 137 ou com pacientes irradiados ou contaminados. Este grupo não vem recebendo a devida assistência do Estado, que não os reconhece como uma vítima do acidente.
Outro ponto colocado na audiência foi a informação de que está sendo providenciado a isenção do pagamento de Imposto de Renda para todos os rádioacidentados. Foram cobrados ainda o acesso ao Ipasgo e inúmeras questões ligadas ao reajuste e concessão de pensões.
O encontro foi promovido pelo vice-presidente da Comissão de Saúde e Promoção Social da Assembleia, deputado Hélio de Sousa (DEM).