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Marcos Martins fala sobre comportamento inadequado de dirigentes policiais

16 de Abril de 2014 às 10:09

O deputado Marcos Martins (PSDB) disse hoje, em entrevista a Agência Assembleia de Notícias, que o comportamento exaltado dos dirigentes sindicais Ademar Oliveira (União Goiana dos Policiais Civis-Ugopoci) e Silveira Alves (Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Goiás-Sinpol) foi o responsável pelo encerramento da sessão ordinária desta quarta-feira, 16.

“Confesso que não consegui entender o comportamento de ambos, haja vista que fizemos uma reunião ontem (terça-feira, 15), para discutir os projetos da categoria e nenhum dos dois compareceu”, frisou o parlamentar tucano.

Marcos Martins esclareceu que o governador Marconi Perillo (PSDB) encaminhou os projetos de interesse das polícias e bombeiros à Assembleia Legislativa e que eles foram lidos em Plenário. “E solicitei do presidente Helder Valin (PSDB) que suspendesse a sessão antes do pequeno expediente, para que as matérias pudessem ser encaminhadas à Comissão Mista, com vistas a uma tramitação mais ágil”, frisou o deputado, que foi escolhido relator dos projetos da área da Segurança Pública.

Ele lembrou que no mesmo dia fez uma reunião com as lideranças das entidades representativas das polícias e dos bombeiros, mas que Ademar e Silveira foram os únicos ausentes.

“O debate foi proveitoso, inclusive combinamos que os deputados pedissem vista das matérias, para que apresentassem as emendas que avaliassem ser necessárias. Em razão disso, estranhei a invasão do plenário liderada por esses policiais civis, que deixaram de comparecer à reunião por nós convocada”, argumentou Marcos Martins.

O deputado adiantou que agora vai depender da decisão do presidente Helder Valin a colocação dos projetos de interesse da área da Segurança Pública em votação. “Espero que a discussão seja democrática”, ressaltou Marcos Martins, que se diz indignado com o comportamento de Ademar Luiz de Oliveira, presidente da Ugopoci, e de Silveira Alves de Moura, presidente do Sinpol, que o chamaram de traidor da categoria.

O deputado Major Araújo (PRP), que também acompanha com atenção a tramitação dos projetos da categoria da Segurança Pública, disse que realmente Silveira e Ademar não compareceram à reunião de terça-feira, mas que o problema levantado por eles é com relação à vinculação do aumento de salário da categoria à arrecadação estadual.

Araújo disse que espera que a discussão siga em nível democrático e que o consenso possa ser obtido o quanto antes. “Temo por uma represália por parte dos policiais civis”, frisou.

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