Diretor do Hugo fala sobre melhorias que ocorreram na unidade hospitalar
Diretor técnico do Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), Ricardo Furtado tratou sobre as mudanças que ocorreram na unidade nos últimos anos. Sua intervenção se dá durante o encontro que ocorre na manhã desta segunda-feira, 6, no Auditório Solon Amaral da Alego, para debater a situação das UTIs em Goiânia e Região Metropolitana.
“Esse hospital que foi criado para atender urgências e emergências, estava atendendo casos simples como dores abdominais. Após passar por uma grande mudança, o Hugo, que hoje é gerenciado por uma organização social, cresceu e aumentou seu número de leitos. De 235 leitos passou para 407. Somos o maior hospital do Estado”, relatou o dirigente.
Segundo ele, no Hugo há 58 UTIs atualmente e os atendimentos hoje são apenas de urgências. “Esse aumento de leitos fez com que esse hospital atendesse muito mais pessoas do que naquela época. O Hugo não atende pessoas que não correm risco de morte. Pacientes nessa situação devem ser atendidos nos Cais e UPAs.”
De acordo com Ricardo Furtado, antigamente o paciente demorava em média 21 dias em leito de UTI, mas agora ficam de 7 a 8 dias no leito. “Isso é por conta do trabalho do corpo clínico realizado no hospital através de fisioterapeutas, psicólogos, enfermeiros, entre outros profissionais capacitados”, disse.
Sobre a situação precária dos leitos de UTIs no País, o diretor do hospital fez o contraponto sobre a unidade que ele dirige. “Hoje o Hugo recebe pacientes do Estado inteiro e também de outros Estados. Vivemos um problema que assola todo o País, mas o Hugo, através de gestão de leitos, conseguiu atender e tratar muito mais pacientes do que no passado”, finalizou.