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Diretor do Hugo fala sobre melhorias que ocorreram na unidade hospitalar

06 de Novembro de 2017 às 10:36

Diretor técnico do Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), Ricardo Furtado tratou sobre as mudanças que ocorreram na unidade nos últimos anos. Sua intervenção se dá durante o encontro que ocorre na manhã desta segunda-feira, 6, no Auditório Solon Amaral da Alego, para debater a situação das UTIs em Goiânia e Região Metropolitana.

“Esse hospital que foi criado para atender urgências e emergências, estava atendendo casos simples como dores abdominais. Após passar por uma grande mudança, o Hugo, que hoje é gerenciado por uma organização social, cresceu e aumentou seu número de leitos. De 235 leitos passou para 407. Somos o maior hospital do Estado”, relatou o dirigente.

Segundo ele, no Hugo há 58 UTIs atualmente e os atendimentos hoje são apenas de urgências. “Esse aumento de leitos fez com que esse hospital atendesse muito mais pessoas do que naquela época. O Hugo não atende pessoas que não correm risco de morte. Pacientes nessa situação devem ser atendidos nos Cais e UPAs.”

De acordo com Ricardo Furtado, antigamente o paciente demorava em média 21 dias em leito de UTI, mas agora ficam de 7 a 8  dias no leito. “Isso é por conta do trabalho do corpo clínico realizado no hospital através de fisioterapeutas, psicólogos, enfermeiros, entre outros profissionais capacitados”, disse.

Sobre a situação precária dos leitos de UTIs no País, o diretor do hospital fez o contraponto sobre a unidade que ele dirige. “Hoje o Hugo recebe pacientes do Estado inteiro e também de outros Estados. Vivemos um problema que assola todo o País, mas o Hugo, através de gestão de leitos, conseguiu atender e tratar muito mais pacientes do que no passado”, finalizou. 

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