Situação das universidades
O deputado Karlos Cabral (PDT) realizará uma audiência pública para debater "Os desafios das novas Universidades Federais em Goiás (Catalão e Jataí)", nesta terça-feira, 22, às 13 horas, no Auditório Costa Lima da Assembleia Legislativa de Goiás.
A audiência pública discutirá a criação da Universidade Federal de Catalão (UFCat) e a Universidade Federal de Jataí (UFJ), em março deste ano, após o desligamento destas regionais da Universidade Federal de Goiás (UFG).
O parlamentar, que também é presidente da Comissão de Educação da Alego, justifica que a população necessita se inteirar dessa novidade de acesso ao ensino superior em Goiás. “Este é um debate necessário porque deve suscitar as demandas para a efetivação implantação e consequente funcionamento destas novas universidades, e a sociedade precisa participar deste processo.”
A transferência dos cursos, estudantes e servidores foi efetuado de forma automática, mas a transição está sendo gradual e orientada. A previsão é que a UFCat realize concurso para 81 cargos efetivos de servidores técnico-administrativos e tenha ainda autorização para criar 40 cargos de direção, 225 funções gratificadas e 5 funções comissionadas de coordenação de curso. Já a UFJ terá 67 novos cargos efetivos de técnicos administrativos, 40 de direção, 222 funções gratificadas e duas funções comissionadas.
A UFG regional Catalão foi criada em 1983, inicialmente com a oferta de cursos de licenciatura. A nova UFCat oferece atualmente 21 cursos superiores de graduação em diversas áreas e conta com uma unidade construída em área de quase 90 mil metros quadrados. Já a primeira regional de Jataí, criada em 1980, foi o primeiro câmpus fora da sede da UFG. A UFJ conta, agora, com 25 cursos de graduação divididos em duas unidades: câmpus Riachuelo e câmpus Jatobá. A comunidade acadêmica é composta de cerca de 4 mil pessoas. A universidade oferece ainda cursos de Ensino à Distância (EaD) e coordena mais de 300 projetos de pesquisa e extensão.
A audiência pública sobre as novas universidades federais deve contar com a presença de senadores, deputados federais e estaduais e prefeitos das duas cidades, além do reitor da UFG e de diretores das novas universidades.