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Na Ordem do Dia, Clécio Alves fala de ação contra gestora do aterro sanitário da capital

09 de Junho de 2026 às 16:07

Presidente da Frente Parlamentar pela Erradicação dos Lixões no Estado de Goiás, do Parlamento goiano, Clécio Alves (PSDB) criticou a gestão do aterro sanitário de Goiânia. O discurso ocorreu durante a discussão da Ordem do Dia desta terça-feira, 9.

Segundo o deputado, uma empresa de Uberlândia (MG) foi contratada pela Prefeitura de Goiânia para tratar o chorume produzido no local, mas não estaria realizando o serviço. Ele afirmou ter presenciado a situação em diligência da frente parlamentar.

“Ela não está fazendo nada e recebendo dinheiro do erário público”, pontuou. Alves disse que solicitou que a Justiça analisasse o caso e que foi determinada a suspensão do contrato da empresa.

Momentos depois, ainda em análise sobre o prefeito Sandro Mabel (UB), Alves acrescentou questionamentos acerca de suposta compra de “armadilhas para mosquito da dengue”, que teriam custado R$ 13 milhões. Além disso, mencionou gastos com cancelas instaladas na Marginal Botafogo e a situação das unidades de saúde municipais.

Ainda em tempo, o legislador aproveitou para declarar que seguirá usando suas redes sociais como um espaço de manifestação e diálogo com os cidadãos.

De acordo com Alves, Mabel está lhe processando repetidamente. “Estou na tribuna da Assembleia Legislativa de Goiás como deputado em exercício do mandato. Não adianta tentar me intimidar”, concluiu.  

Agência Assembleia de Notícias
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