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Compliance avalia riscos na Comunicação e Finanças, mapeia pontos críticos e define critérios técnicos para a próxima gestão

29 de Junho de 2026 às 11:50
Crédito: Sérgio Rocha
Compliance avalia riscos na Comunicação e Finanças, mapeia pontos críticos e define critérios técnicos para a próxima gestão
9ª Reunião do Comitê Central de Compliance 2026

O Comitê Central de Compliance da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) realizou a nona reunião do colegiado na manhã desta segunda-feira, 29, com a participação específica da Diretoria de Comunicação e Diretoria Financeira da Casa de Leis, no último encontro deste semestre. O objetivo foi fazer o levantamento de risco dessas áreas para validar apurações realizadas por ferramentas de gestão de riscos que mapeiam ações avaliando a eficácia dos controles preventivos.

A reunião foi conduzida pelo presidente do comitê, Danúbio Cardoso Remy Romano Frauzino, e contou com a participação do assessor técnico de Compliance, Rodney da Silva; da procuradora-geral, Andreya da Silva Matos Moura; do diretor-geral adjunto, Tasso Honorato Reis Júnior; do diretor de Comunicação, Célio Campos; do diretor-adjunto de Tecnologia da Informação, Diego Mendes; do diretor adjunto de Tecnologia da Informação, Diego Mendes; da secretária de Controle Interno, Juliane Elias de Rezende Marques; do secretário de Transparência e Ouvidoria, Renis Rangel Cavalcante; e Karla Santana, da Diretoria de Comunicação.

Também participaram os servidores da equipe da Assessoria Técnica de Compliance: Izabella Maria Lima Oliveira, Pedro Henrique Nogueira, Marnisia Barros, Kelly Morgana Afiune e Edgard Pereira Moura.

Ao fazer o levantamento de riscos relativos à pasta financeira, os especialistas na área de Compliance concordaram que o maior potencial de problemas está no recolhimento equivocado de tributos, mas que isso pode ser sanado com a solicitação de cursos e treinamentos, sistemas informatizados e uma consultoria tributária especializada. Já na área da comunicação o maior risco foi identificado como sendo a possibilidade de baixa efetividade da comunicação da Casa de Leis.

Os participantes concordaram que a melhor estratégia para o Compliance é dar transparência e preparar a próxima gestão para os desafios a serem estruturados. E uma ferramenta importante, segundo os experts, para criar critérios técnicos que possam regulamentar ações de controle a serem seguidas a qualquer tempo.

Agência Assembleia de Notícias
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