Ícone alego digital Ícone alego digital

Coordenador Especial da Juventude destaca políticas desenvolvidas em MG

04 de Março de 2010 às 21:39

Coordenador Especial da Juventude da Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude de Minas Gerais, Roberto Tross destacou, durante o Seminário de Políticas Públicas para a Juventude, que, infelizmente, no atual Governo de Goiás, houve retrocesso nas políticas voltadas para os jovens. Proposto pelo deputado Fábio Sousa (PSDB), o evento ocorre nesta quinta-feira, 4, na Assembleia Legislativa. O deputado Daniel Messac (PSDB) também está presente.

O coordenador destacou as definições de juventude e políticas públicas. “Os governos devem promover políticas para os jovens, ou seja, ações do Poder Executivo voltadas para essa fase”, destacou. Segundo ele, “juventude é fase da vida compreendida entre a adolescência e a fase adulta”. Para fins de políticas públicas, juventude compreende a faixa etária entre 15 e 29 anos.

“Hoje, mais de 80% das pessoas que morrem de forma não natural estão nessa faixa etária. Não se pode pensar a estrutura do Estado sem definir ações para resolver a problemática juvenil”, ressaltou. Segundo ele, o desafio é parar de tratar o jovem como problema e colocá-lo como parte da solução.

“Em Minas Gerais, temos projetos específicos, como o Terceira Margem do Rio, onde os jovens se reúnem em Coletivos Jovens para defender o meio ambiente, conscientizando toda a comunidade. Além disso, já há 110 conselhos municipais específicos para a Juventude”, afirmou. Para ele, o segredo dessas ações é colocar jovens para formar jovens. “Somente com a linguagem característica dessas pessoas, se alcançará esses objetivos”, destacou.

O coordenador ainda esmiuçou outras ações desenvolvidas em Minas Gerais e a importância das leis nesse processo. “Nós temos o Estatuto Nacional da Juventude e a PEC da Juventude, aguardando a liberação do Governo, para que sejam votados no Congresso. Com essas normas, destacaríamos na lei, os direitos da juventude”, destacou.

Legislação

“O Estatuto seria algo importantíssimo, ao definir direitos e deveres dessa faixa. Além disso, cria um Sistema Nacional da Juventude, para que não fique a critério de cada Governador executar ou não políticas para os jovens. Essas ações, como a garantia de recursos para essa área, tem que ser previstas na lei.”, salientou o coordenador.

Compartilhar

Nós usamos cookies para melhorar sua experiência de navegação no portal. Ao utilizar você concorda com a política de monitoramento de cookies. Para ter mais informações sobre como isso é feito, acesse nossa política de privacidade. Se você concorda, clique em ESTOU CIENTE.