Marlúcio Pereira
O deputado Marlúcio Pereira (PTB) disse que não conseguiu sua reeleição “por uma injustiça da Justiça”, mas que segue firme na política, podendo, inclusive, ser candidato a prefeito de Aparecida de Goiânia em 2012. Ressaltou que faz um balanço positivo de seu primeiro mandato de deputado estadual, destacando-se como um dos campeões de projetos de lei e de requerimentos.
“Acredito que exercemos a contento o nosso papel de parlamentar. Apesar de ser deputado de primeiro mandato, trouxemos experiência legislativa de vereador em Aparecida. Tanto que apresentamos projetos beneficiando não apenas o meu município e a minha região, mas todo o Estado de Goiás. E nosso trabalho foi devidamente reconhecido, porque ampliamos nossa base política de 2 para 21 municípios”, frisou o trabalhista.
Marlúcio Pereira acredita que só não foi reeleito por erro da Justiça Eleitoral. “Foi injustiça da Justiça, que se tivesse julgado a besteira que estava me condenando por um caldo de galinha, servido na outra campanha passada, teríamos o dobro de votos que tivemos. Então estou de cabeça erguida e vou continuar o meu trabalho político. Vou trabalhar com o governador Marconi Perillo, no Palácio com ele, mas seguirei dando apoio à nossa base, e, com certeza, um dia, se for da vontade de Deus, estarei de volta.”
Entre os projetos de sua autoria, Marlúcio Pereira destaca todos aqueles que contribuíram para o desenvolvimento sustentável do Estado de Goiás. Lembra da proposta que proíbe o uso de celular em sala de aula, bem como da que exige a instalação de telefone em todos os caixas eletrônicos, para que a pessoa, ao sacar dinheiro e tiver algum problema, como cartão travado, possa entrar em contato com alguém que possa auxiliá-la.
O deputado admite que poderá ser candidato a prefeito de Aparecida em 2012, se seu nome estiver bem no momento certo e o governador vier a precisar de seu concurso. “Tenho só a agradecer ao município de Aparecida, cuja população sempre me apoiou. Nessa eleição, por exemplo, não era candidato, não consegui registrar minha candidatura e ainda tive 20 mil votos. Mesmo as pessoas falando que eu não era candidato, muita gente dizia voto nele assim mesmo. Não posso, de maneira alguma, virar as costas para essa gente. Se aparecer uma oportunidade amanhã de representar esse povo, não tenho como fugir da responsabilidade."