Magal diz que povo inspira Batista Custódio
"O povo é o grande artífice das criações de Batista Custódio. Foi assim no 'Cinco de Março' e na primeira fase do 'Diário da Manhã' e assim continua." A afirmação foi feita pelo deputado Evandro Magal (PP), ao discursar na sessão solene que propôs para homenagear o jornal "Diário da Manhã", que completou 31 anos no dia 12 de março.
"O 'Diário da Manhã' é a voz da população em nosso Estado. De forma democrática e participativa, o jornal vem informando os goianos há 31 anos, sempre abrindo espaço para todas as correntes idealistas se manifestarem", ressaltou o pepista, enfatizando ainda que o diário disponibiliza gratuitamente seu conteúdo total e aberto em seu sítio na internet.
Magal enumerou algumas das ações pioneiras do veículo de comunicação social: "Foi o primeiro jornal informatizado, foi o primeiro jornal em cores, foi o primeiro jornal a ter TV integrada e interagindo com o público, foi o primeiro a encampar a Ferrovia Norte-Sul, quando ela era apenas um risco tortuoso num mapa escondido em alguma gaveta de burocrata em Brasília, foi o primeiro a contar com intelectuais do nível de Carlos Drummond de Andrade e outros grandes escritores e ainda publica caderno semanal da Academia Goiana de Letras".
E prosseguiu: "Quando ecologia ainda era um palavrão, o 'Diário da Manhã' foi o primeiro a defender a preservação do meio ambiente, do Cerrado, do Rio Araguaia, das florestas, dos animais; foi o primeiro jornal do Brasil a fazer conselho de leitores, colocando as ruas dentro das páginas do jornal, para elas não apenas aparecerem no DM, mas elas próprias decidirem o que era e o que não era notícia; foi o primeiro jornal do Brasil a colocar o endereço eletrônico na capa e pedir que os leitores enviem artigo e foto. Simples assim. Basta mandar o texto e a imagem que na manhã seguinte a opinião do público estará no caderno que, não por outro motivo, tem exatamente o nome de Opinião Pública".
Magal enfatiza a trajetória de Batista Custódio, fala da participação de sua família na concretização de seu sonho, bem como de toda sua equipe de diretores, jornalistas e funcionários em geral do "Diário da Manhã". Por fim, lembra que Batista conseguiu editar um jornal sem censura, sem dirigismo, sem fiscalização, mas que segue lutando pela imprensa feita a partir do pensamento de quem lê.
"Aqueles que viviam encastelados se considerando formadores de opinião agora têm a opinião formada pelo povo", enfatizou o deputado.