Presidente de comitê representativo dos prestadores lembra histórico de conflitos
O presidente do Comitê de Integração das Entidades Representativas dos Médicos e dos Estabelecimentos Assistenciais de Saúde (Cier-GO), Paulo Francescantônio, participa da audiência pública sobre a crise no Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado de Goiás (Ipasgo). O evento acontece na manhã desta quarta-feira, 30, no Auditório Solon Amaral.
O presidente destacou que há um histórico de conflitos entre o Ipasgo e seus prestadores de serviço desde 1991. "Em 2003, os prestadores decidiram se organizar através da formação de um comitê, que reuniu todas as áreas da Saúde. Este histórico mostra que estamos diante de um problema crônico e agudo."
Francescantônio ressaltou que o primeiro passo para a solução do impasse que gerou a paralisação é a resolução da questão do recebimento dos prestadores. Segundo ele, mesmo que o Ipasgo se dispusesse a pagar a dívida muitas instituições não poderiam receber, já que não possuem mais certidão negativa dos impostos.
"Depois de cinco meses sem receber, muitos prestadores entraram em um ciclo vicioso: deixaram de pagar os impostos, pois não receberam; e agora não podem receber, porque não pagaram os impostos. Nunca vivemos uma situação tão grave como esta. Tanto que quase 100% dos servidores aderiram à paralisação."
Francescantônio ressaltou que o primeiro passo para a solução do impasse que gerou a paralisação é a resolução da questão do recebimento dos prestadores. Segundo ele, mesmo que o Ipasgo se dispusesse a pagar a dívida muitas instituições não poderiam receber, já que não possuem mais certidão negativa dos impostos.
"Depois de cinco meses sem receber, muitos prestadores entraram em um ciclo vicioso: deixaram de pagar os impostos, pois não receberam; e agora não podem receber, porque não pagaram os impostos. Nunca vivemos uma situação tão grave como esta. Tanto que quase 100% dos servidores aderiram à paralisação."