Presidente do Ipasgo fala sobre esforço para pagar os prestadores
A Assembleia Legislativa realizou na manhã desta quarta-feira, 30, no Auditório Solon Amaral, audiência pública para discutir a crise no Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado de Goiás (Ipasgo). O presidente do instituto, José Taveira Rocha, é um dos que participaram do evento.
O presidente falou principalmente sobre o esforço feito para resolver o problema de falta de pagamento dos prestadores de serviço ao Ipasgo. José Taveira contou que, ao assumir a gestão do instituto, em janeiro, encontrou um déficit de R$ 300 milhões, referentes a pagamento de fornecedores, da folha de servidores e das faturas de prestadores referentes aos meses de agosto a dezembro de 2010.
Segundo o presidente, a primeira medida foi a equalização entre as receitas do órgão, que giram em torno de R$ 60 milhões por mês, e as despesas, que podem alcançar R$ 65 milhões mensais. "Realizamos um ataque feroz às despesas, cortando gastos como os R$ 50 milhões destinados a publicidade do órgão em dezembro passado e outras despesas resultantes de uma gestão equivocada."
De acordo com Taveira, o resultado do corte de despesas foi a quitação das faturas referentes aos meses de agosto, setembro e outubro, mas a quitação dos meses de novembro e dezembro apenas com os recursos do Ipasgo só poderia ser feito através de um parcelamento em 24 meses. "Conhecendo a situação financeira do Estado, tentamos negociar sem recorrer ao Tesouro estadual", justificou.
A proposta inicial foi rechaçada pelos prestadores que fizeram uma contraproposta de pagamento em seis meses. Diante dessa situação, o presidente contou que se reuniu com o governador Marconi Perillo para expor "as entranhas do Ipasgo", conseguindo sensibilizá-lo. "Temos uma reunião isolada hoje no Ministério Público para a apresentação de uma nova proposta para obtermos um acordo", ressaltou.
Encerrando sua fala, José Taveira afirmou que é consciente de que é responsável pela vida de mais de 650 mil segurados do Ipasgo. "Tenho o compromisso de administrar com responsabilidade e honestidade para acertar as contas do Ipasgo para que, aí então, o Governador possa cumprir sua promessa de campanha e entregar a gestão do Instituto aos seus servidores."
O presidente falou principalmente sobre o esforço feito para resolver o problema de falta de pagamento dos prestadores de serviço ao Ipasgo. José Taveira contou que, ao assumir a gestão do instituto, em janeiro, encontrou um déficit de R$ 300 milhões, referentes a pagamento de fornecedores, da folha de servidores e das faturas de prestadores referentes aos meses de agosto a dezembro de 2010.
Segundo o presidente, a primeira medida foi a equalização entre as receitas do órgão, que giram em torno de R$ 60 milhões por mês, e as despesas, que podem alcançar R$ 65 milhões mensais. "Realizamos um ataque feroz às despesas, cortando gastos como os R$ 50 milhões destinados a publicidade do órgão em dezembro passado e outras despesas resultantes de uma gestão equivocada."
De acordo com Taveira, o resultado do corte de despesas foi a quitação das faturas referentes aos meses de agosto, setembro e outubro, mas a quitação dos meses de novembro e dezembro apenas com os recursos do Ipasgo só poderia ser feito através de um parcelamento em 24 meses. "Conhecendo a situação financeira do Estado, tentamos negociar sem recorrer ao Tesouro estadual", justificou.
A proposta inicial foi rechaçada pelos prestadores que fizeram uma contraproposta de pagamento em seis meses. Diante dessa situação, o presidente contou que se reuniu com o governador Marconi Perillo para expor "as entranhas do Ipasgo", conseguindo sensibilizá-lo. "Temos uma reunião isolada hoje no Ministério Público para a apresentação de uma nova proposta para obtermos um acordo", ressaltou.
Encerrando sua fala, José Taveira afirmou que é consciente de que é responsável pela vida de mais de 650 mil segurados do Ipasgo. "Tenho o compromisso de administrar com responsabilidade e honestidade para acertar as contas do Ipasgo para que, aí então, o Governador possa cumprir sua promessa de campanha e entregar a gestão do Instituto aos seus servidores."