Secretário de Agricultura diz que é preciso pesquisa para diminuir o uso de agrotóxico
O secretário de Estado da Agricultura, Antônio Flávio de Lima, presente à audiência pública que debate a campanha mundial contra os agrotóxicos, ressaltou a importância do debate para fomentar a busca por novas maneiras de produção. A audiência está sendo realizada nesta quinta-feira, 7, na Assembleia.
Antônio Flávio de Lima destacou que é importante para o País, além de produzir muito, produzir com qualidade. “É preciso que o poder público e as universidades e institutos de pesquisa desenvolvam métodos de produção que minimizem ou eliminem o uso de agrotóxicos nas lavouras”, defendeu.
O secretário lembrou que o processo de produção agrícola da maneira como é concebido atualmente, é fruto de uma cultura que foi se formando ao longo dos séculos. “As demandas foram aumentando, o consumo foi alterado com pessoas passando a consumir mais do que antes. Com isso os índices de produtividade tiveram que ser aperfeiçoados e um dos caminhos encontrados foi o uso do agrotóxico nas lavouras.”
De acordo com o secretário, além disso, o Brasil, apesar de possuir uma das maiores capacidades de produção de alimentos do mundo, também tem uma particularidade que leva ao enorme consumo de agrotóxicos. “Somos um país tropical, e ao contrário dos países de clima temperado, cujo inverno contribui para eliminação de inúmeras pragas, nosso clima favorece a ocorrência de um maior número de fungos e insetos nas lavouras”, explicou.
A audiência está sendo realizada no Auditório Costa Lima e é uma iniciativa do presidente da Comissão de Direitos Humanos, deputado Mauro Rubem (PT) em parceria com a Via Campesina, uma organização internacional de camponeses.
Antônio Flávio de Lima destacou que é importante para o País, além de produzir muito, produzir com qualidade. “É preciso que o poder público e as universidades e institutos de pesquisa desenvolvam métodos de produção que minimizem ou eliminem o uso de agrotóxicos nas lavouras”, defendeu.
O secretário lembrou que o processo de produção agrícola da maneira como é concebido atualmente, é fruto de uma cultura que foi se formando ao longo dos séculos. “As demandas foram aumentando, o consumo foi alterado com pessoas passando a consumir mais do que antes. Com isso os índices de produtividade tiveram que ser aperfeiçoados e um dos caminhos encontrados foi o uso do agrotóxico nas lavouras.”
De acordo com o secretário, além disso, o Brasil, apesar de possuir uma das maiores capacidades de produção de alimentos do mundo, também tem uma particularidade que leva ao enorme consumo de agrotóxicos. “Somos um país tropical, e ao contrário dos países de clima temperado, cujo inverno contribui para eliminação de inúmeras pragas, nosso clima favorece a ocorrência de um maior número de fungos e insetos nas lavouras”, explicou.
A audiência está sendo realizada no Auditório Costa Lima e é uma iniciativa do presidente da Comissão de Direitos Humanos, deputado Mauro Rubem (PT) em parceria com a Via Campesina, uma organização internacional de camponeses.