Petista quer integrar frente parlamentar que vai tratar da questão das drogas
Presidente da Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Legislação Participativa, o deputado Mauro Rubem (PT) disse que quer integrar a frente parlamentar que vai tratar da questão das drogas, proposta pelo deputado Daniel Messac (PSDB). Fez o anúncio na abertura da reunião do Comitê Gestor Interinstitucional de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas, que está sendo realizada, neste momento, na Sala Solon Amaral da Assembleia Legislativa.
Falando como anfitrião do encontro, Mauro Rubem colocou a Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Legislação Participativa da Assembleia Legislativa à disposição das ONGs e demais entidades e órgãos que fazem parte do referido comitê, para trabalhos conjuntos no enfrentamento ao crack e outras drogas.
O parlamentar enfatizou a preocupação da Assembleia Legislativa com a questão, lembrando que, além dele, como titular, o deputado Francisco Júnior (PMDB) integra o comitê como suplente.
Mauro Rubem informou que a Comissão de Direitos Humanos tem reunião regular na Assembleia Legislativa e que atua praticamente em duas vertentes: enfrentamento de violações de direitos humanos, combatendo a violência sob todos os aspectos; e na educação sobre direitos humanos, sobretudo no Plano de Educação em Direitos Humanos.
Adiantou que vem trabalhando para consolidação dos serviços básicos na saúde, educação, moradia, acesso democrático à justiça e, especialmente, pela construção de uma segurança pública goiana cidadã.
O deputado relatou que nos primeiros três meses de 2011 já recebeu 30 denúncias de violações de direitos humanos, especialmente de violência contra mulher, de assédio moral e de orientação sexual. Adiantou que a Comissão vai promover um seminário com o tema "A Segurança Pública que Queremos".
Manifestou sua preocupação acentuada com a violência contra mulher. Segundo ele, a cada 15 segundos uma mulher apanha do namorado, marido, bem como de ex-companheiros por conta de uma relação passional que não deu e que não dá certo. "Precisamos aplicar com o devido rigor a Lei Maria da Penha."