Cláudio Meirelles diz que depoimento trouxe novos dados à CPI
Em entrevista à imprensa, logo que encerrou os trabalhos desta quarta-feira, 25, na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga possíveis irregularidades nas contas do último ano do Governo Alcides Rodrigues, o presidente da CPI, deputado Cláudio Meirelles (PR), disse que a apresentação do secretário José Carlos Siqueira, controlador-geral do Estado, trouxe novos dados à Comissão. Segundo ele, os dados se referem principalmente ao não cumprimento de metas por parte do governo anterior.
José Carlos Siqueira afirmou que entre as metas não cumpridas do programa de Ajuste Fiscal de 2010, pactuado pelo Governo do Estado com a Secretaria do Tesouro Nacional, está a despesa com pessoal. O total pactuado era de 61,29% da arrecadação do Estado. No entanto, esta despesa chegou a 64,75%.
"A participação do secretário foi muito importante, pois forneceu à CPI números do Estado, como o déficit de mais de R$ 2 bilhões nas contas de curto prazo no final de 2010", destacou.
Outro ponto ressaltado pelo parlamentar foi a opção do governo de Alcides Rodrigues em pagar fornecedores ao invés de quitar a folha de pagamento. "Os quase R$ 390 milhões necessários para a quitação da folha foram destinados à Agetop e à Agecom. O secretário ainda falou sobre obras empenhadas cujo recurso não foi encaminhado para a Agetop. Estes são pontos que merecem nossa atenção", enfatizou.
Novos depoimentos
O presidente da CPI anunciou que a Comissão irá ouvir, na próxima semana, Célio Campos, no dia 1° de junho, e Sinomil Soares Rocha, no dia 2 de junho. A CPI decidiu pela intimação de Célio Campos e Sinomil Soares, que ocuparam, respectivamente, os cargos de secretário da Fazenda e de superintendente de Controle Interno da Secretaria da Fazenda no mandato de Alcides Rodrigues, na reunião desta quarta-feira, 25.
"Já ouvimos o atual secretário de Fazenda, Simão Cirineu, e hoje foi a vez do secretário-chefe da Controladoria deste Governo, José Carlos Siqueira. Vamos abrir agora o espaço para o contraditório", afirmou.
José Carlos Siqueira afirmou que entre as metas não cumpridas do programa de Ajuste Fiscal de 2010, pactuado pelo Governo do Estado com a Secretaria do Tesouro Nacional, está a despesa com pessoal. O total pactuado era de 61,29% da arrecadação do Estado. No entanto, esta despesa chegou a 64,75%.
"A participação do secretário foi muito importante, pois forneceu à CPI números do Estado, como o déficit de mais de R$ 2 bilhões nas contas de curto prazo no final de 2010", destacou.
Outro ponto ressaltado pelo parlamentar foi a opção do governo de Alcides Rodrigues em pagar fornecedores ao invés de quitar a folha de pagamento. "Os quase R$ 390 milhões necessários para a quitação da folha foram destinados à Agetop e à Agecom. O secretário ainda falou sobre obras empenhadas cujo recurso não foi encaminhado para a Agetop. Estes são pontos que merecem nossa atenção", enfatizou.
Novos depoimentos
O presidente da CPI anunciou que a Comissão irá ouvir, na próxima semana, Célio Campos, no dia 1° de junho, e Sinomil Soares Rocha, no dia 2 de junho. A CPI decidiu pela intimação de Célio Campos e Sinomil Soares, que ocuparam, respectivamente, os cargos de secretário da Fazenda e de superintendente de Controle Interno da Secretaria da Fazenda no mandato de Alcides Rodrigues, na reunião desta quarta-feira, 25.
"Já ouvimos o atual secretário de Fazenda, Simão Cirineu, e hoje foi a vez do secretário-chefe da Controladoria deste Governo, José Carlos Siqueira. Vamos abrir agora o espaço para o contraditório", afirmou.
Para esclarecer a situação das obras empenhadas, cujo recurso não foi repassado à Agetop, Cláudio Meirelles disse que pode ocorrer a convocação de Jayme Rincón e José Américo de Sousa, presidentes da Agetop no atual governo e no anterior, respectivamente. Os presidentes da Agecom do Governo Marconi Perillo, José Luiz Bittencourt Filho, e do governo de Alcides Rodrigues, Marcus Vinícius de Faria Felipe, também podem ser ouvidos, segundo o deputado.
Cláudio Meirelles também não descartou a possibilidade de convocação de Alcides Rodrigues. "Temos que dar ao ex-governador a ampla defesa", disse.