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Participantes de audiência sobre a Bacia do Araguaia levantam questões na mesa de debate

07 de Novembro de 2017 às 11:21

Durante a audiência, que nesta terça-feira, 7, debate a preservação do Rio Araguaia e ações para coibir infrações e metas de fiscalização para uso da água e desvio do Araguaia, alguns participantes da mesa fizeram uso da palavra durante a abertura para levantar diferentes questões. 

A coordenadora do Movimento S.O.S Cerrado, Meirinalva Maria Pinto, destacou que o objetivo do movimento o qual ela representa, apesar de muitos não compreenderem com clareza o trabalho por eles realizado, não é o de ir contra o sistema produtivo rural de agronegócio e sim ajudar a encontrar um caminho sustentável para a atividade. 

“Não é nosso objetivo tratar produtores rurais como contraventores, mas sim desenvolver um trabalho baseado em estudos que possam convergir na regulamentação da atividade e dar segurança para que, com regras claras estes possam trabalhar e, da mesma maneira, aqueles que não se adequarem possam saber claramente porque estão sendo punidos”, esclareceu Meirinalva. 

O representante da Secretaria de meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos (Secima), Alexandre Kepler, disse que o que têm ocorrido nos últimos anos, em todo mundo, é sinal de que tornou-se urgente que a sociedade encontre um caminho para reverter a influência maléfica que o homem têm provocado na natureza. 

“2017 caminha para ficar no ranking dos anos mais quentes da história. Vivemos uma crise hídrica generalizada, nossos rios estão secando, portanto não há dúvidas de que algo vai mal e que precisa ser urgentemente feito algo”, alertou o representante da Secima.

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