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Talles Barreto rebate, na tribuna, discursos de três parlamentares

24 de Abril de 2019 às 16:00

O deputado Talles Barreto (PSDB) foi o quinto deputado a discursar durante o pequeno expediente da sessão ordinária desta quarta-feira, 24.  Ele usou a tributa para responder os deputados  Virmondes Cruvinel (Cidadania), Lêda Borges (PSDB) e Delegada Adriana Accorsi (PT), que haviam discursado momentos antes.

Incialmente Talles Barreto parabenizou a luta da deputada Lêda Borges pela aprovação da PEC que beneficiava municípios, e disse que nunca viu acontecer na Casa algo como o que aconteceu com ela. Como presidente do PSDB, ele declarou apoio a sua colega de partido, e que, por mais que o seu projeto fosse apresentado por outro deputado da base do Governo, ela votaria ‘sim’ em benefício dos municípios.

Logo depois o deputado Talles Barreto responde o deputado Virmondes Cruvinel sobre o seu discurso da tribuna. Talles falou que durante toda a campanha do atual governador Caiado foi divulgado que não houve incentivos à cultura na administração anterior, e que isso é uma mentira. Segundo ele, Goiás foi o Estado que mais investiu em cultura durante o Governo Marconi, e anda citou a Lei Goyazes que movimentou cerca de 30 milhões de reais.

O presidente do PSDB também alegou que na atual administração a Secretaria da Cultura não tem eficiência, e serviu apenas para preencher cargos, além de não propor investimentos para a pasta. Talles Barreto disse ainda que, como defensor da cultura, como Virmondes é, deveria lutar para que a Lei Goyazes funcione e fazer com que a Lei da Cultura volte a ser o que era antes. Ele completou sua fala dizendo que nunca houve tanto investimento na pasta como no Governo passado.

Respondendo a deputada Delegada Adriana Accorsi, Talles Barreto justificou que a situação da Celg estava insustentável desde a venda de Cachoreira Dourada, e que não fosse vendida, a estatal iria fechar. Diferente da opinião da deputada, Talles acredita que o Estado deve sim vender as estatais, pois o Estado não consegue geri-las. Ele acrescentou que se a Enel não consegue cumprir o regulamento, quem deve fiscalizar são os órgãos reguladores, e ainda enfatizou que está em andamento na Casa a CPI da Enel, que é um instrumento para se cobrar da Enel o cumprimento das obrigações contratuais. 

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