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31/03/2026
Presidente do Poder Legislativo, deputado Bruno Peixoto agradece, em discurso, o companheirismo de Ronaldo Caiado
Caiado faz balanço da gestão
Ronaldo Caiado se despede do Governo e destaca a continuidade administrativa com a posse de Daniel Vilela. O ex-governador, que projeta novos desafios, detalha os resultados da gestão, a harmonia entre os Poderes e o apoio popular.
Em nome dos deputados, Amilton Filho parabeniza Caiado e deseja sucesso a Daniel Vilela durante sessão solene de posse
Bruno Peixoto cumprimenta demais deputados estaduais presentes na sessão solene
Daniel Vilela faz leitura do compromisso de posse e assume o Governo do Estado de Goiás
Alego empossa Daniel Vilela como chefe do Executivo Estadual
Com a desincompatibilização de Ronaldo Caiado para concorrer à Presidência da República pelo PSD, o vice-governador Daniel Vilela assumiu, agora a pouco, durante sessão solene realizada na Assembleia Legislativa, o Governo de Goiás, ao lado de sua esposa Iara Netto Vilela. As autoridades foram recepcionadas na esplanada do Palácio Maguito Vilela pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Bruno Peixoto (UB). No Plenário Iris Rezende, o novo governador prestou seu juramento.
Evento de posse prossegue com hino de Goiás e apresentações de balé
Prefeitos de municípios goianos prestigiam a cerimônia de posse
Autoridades dos três Poderes compõem mesa na posse do governador
Comissões de deputados conduzem Caiado, Vilela e chefe do Judiciário à mesa
Bruno Peixoto abre sessão solene de posse de Daniel Vilela
Plenário está pronto e à espera de Daniel Vilela e Ronaldo Caiado
Em audiência pública nesta 3ª-feira, Mauro Rubem põe em debate consolidação de centro de radioterapia do HC-UFG
Karlos Cabral e Lucas do Vale propõem reconhecimento a destaques políticos
Presbítero de congregação cristã poderá receber título de cidadania
Bruno Peixoto propõe penas mais duras para quem maltrata animais
Virmondes Cruvinel pede inclusão de evento universitário esportivo no calendário oficial
Há 62 anos, o Golpe Civil-Militar interrompia a democracia para instaurar um regime de repressão e violação de direitos humanos